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A saúde ocular, assim como num todo, deve receber ainda mais atenção com o passar dos anos. O desgaste natural da idade, bem como o acúmulo de doenças preexistentes, são fatores que aumentam as chances de problemas oftalmológicos.

Portanto, uma das doenças que podem surgir é a degeneração macular. Esta é uma doença que atinge algumas atividades básicas dos olhos, como a leitura, por exemplo. No entanto, a degeneração macular pode ser evitada através de exames de rotina e tratamento precoce.

Então no artigo a seguir do Blog Cemo você poderá acompanhar todas as informações sobre a degeneração macular, seus principais sintomas, bem como as formas de tratamento e os tipos mais comuns da doença.

O que é degeneração macular?

Pois bem, para que se possa evitar o avanço da doença, é preciso antes entender como ela funciona. Sendo assim, a degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é uma patologia que atinge a retina, mais precisamente a mácula.

A mácula, por sua vez, é a parte da retina que controla o centro da visão. Desse modo, é a partir dela que o ser humano consegue enxergar com detalhes, permitindo desde as tarefas mais simples, como leitura, até as mais importantes, como reconhecer pessoas.

Outro ponto importante sobre a degeneração macular é que ela se divide em dois tipos: seca e exsudativa. Sendo assim, cada uma destas variações pode apresentar diferentes sintomas. Vale ressaltar ainda que a degeneração macular é apontada como a principal causa de cegueira entre pessoas acima de 60 anos.

Sintomas mais comuns da degeneração macular

Entendendo melhor sobre os riscos que a degeneração ocular representa para a saúde, é possível identificar com mais facilidade seus principais sintomas. Portanto, como já citamos nos itens acima, uma das características mais comuns da DMRI é a dificuldade para reconhecer as pessoas.

Mas além disso, há outros sintomas que podem ajudar no diagnóstico da doença. Entre eles está o surgimento de distorção das imagens, que causa ainda mais dificuldades para a visão.

Ademais, um dos riscos da degeneração macular é o fato de ela não apresentar seus principais sintomas nos estágios iniciais. Isso exige que você consulte o oftalmologista regularmente, em especial depois dos 40 anos.

Confira então os principais sintomas que a DMRI pode apresentar:

-Dificuldade para reconhecer imagens e pessoas;
-Manchas com pontos escuros na visão;
– Distorção forte na visão, causando embaralhamento do que enxerga;
– Problemas para leitura de livros, jornais, etc.

Quais são os principais motivos da doença

Como o próprio nome já sugere, o principal fator de risco da Degeneração Macular Relacionada à Idade são os anos de vida da pessoa. No entanto, este não é o único motivo para que a doença se desenvolva na retina do paciente.
O fator genético deve ser levado em conta para considerar os riscos de DMRI. Ou seja, se há casos de degeneração macular na família, é preciso ficar ainda mais atento sobre os riscos da doença.

Além disso, os hábitos e vícios da pessoa também influenciam para que a degeneração macular se desenvolva. Isso porque questões como o tabagismo, obesidade e hipertensão também influenciam de maneira decisiva em relação à doença.

Então confira nesta lista os principais fatores de risco para que a degeneração macular se desenvolva na retina:

– Idade;
– Herança genética;
– Tabagismo;
– Obesidade;
– Hipertensão;
– Exposição à luz solar.

Tipos de degeneração macular

Já mencionamos ao longo deste artigo que existem dois tipos de DMRI que podem se desenvolver. São elas a degeneração macular seca e úmida. Estes dois nomes se referem aos efeitos que causam na retina ocular.
Desse modo, nos tópicos a seguir iremos explicar com mais detalhes as características de cada tipo e como eles podem ser identificados.

Degeneração macular exsudativa

Pois bem, a degeneração macular exsudativa ou úmida é caracterizada pela formação de vasos de sangue anormais na região da mácula. Não tratados de forma precoce, esses vasos podem causar hemorragia, fluído e formação de proteína naquela parte do olho.

Além disso, o avanço da DMRI úmida pode resultar em formação de cicatrizes na mácula. Essas características fazem com que esse tipo da doença se desenvolva de forma mais rápida.

Degeneração macular seca

A degeneração macular seca ou atrófica não apresenta a criação de novos vasos sanguíneos. Por outro lado, ocorre a degradação das células sensíveis à luz na mácula, responsáveis por transmitir as imagens captadas pelo olho para o cérebro.

Essa degeneração, portanto, faz com que a visão fique cada vez mais limitada, chegando até o ponto de cegueira total. No entanto, apesar de estar presente em 90% dos casos de DMRI, esta é uma variação da doença mais fácil de ser identificada.

Exames que identificam a degeneração macular

Com os avanços da medicina nos últimos anos, há maneiras cada vez mais eficazes para diagnosticar doenças de forma eficaz. No caso da degeneração macular, há uma lista de exames que podem auxiliar o médico oftalmologista no diagnóstico da doença.

Um destes exames é o de Mapeamento da Retina, também conhecido como exame de fundo de olho. Utilizando um colírio dilatador de pupila o médico consegue avaliar com riqueza de detalhes tudo o que se passa na retina, podendo notar assim mudanças na mácula.

Além disso, outro exame bastante comum dentro da oftalmologia que pode auxiliar na DMRI é o teste de acuidade visual. Este exame avalia de maneira objetiva a capacidade do paciente de enxergar letras e objetos na sua frente.
Ademais, existem outros tipos de exame que podem auxiliar no diagnóstico da degeneração macular, tais como:

– Exame de fundo ocular;
– Angiografia Fluoresceínica;
– Tomografia de coerência óptica;
– Teste da acuidade visual;
– Grelha de Amsler.

Conclusão

Muitas doenças relacionadas aos olhos podem ser silenciosas, sem apresentar sintomas importantes. Desse modo, é fundamental estar sempre em dia com as consultas ao oftalmologista de sua preferência.

Apesar de poder levar à cegueira, a degeneração macular causa esse dano em apenas 8% dos pacientes. Ou seja, o tratamento preventivo e os cuidados constantes podem ser a chave para evitar doenças graves como essa.

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Um forte abraço,

Dr. David Ribeiro de Mendonça Filho
CRM/SP 98339
Especialidade: Cirurgias Refrativas, Catarata, Ceratocone e Retina Clínica